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LÂMPADAS DE BAIXO CONSUMO

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As velhas lâmpadas tradicionais podem ter os dias contados. Tudo graças à concorrência das sofisticadas luzes fluorescentes actuais, que ganharam um novo brilho com a introdução de componentes electrónicos modernos, permitindo uma maior poupança de energia e mais qualidade luminosa.
É certo que o preço a pagar inicialmente é mais alto: uma lâmpada fluorescente custa entre cinco a 15 euros enquanto uma incandescente oscila entre 40 cêntimos e dois euros, mas, a longo prazo, o consumidor fica a ganhar se optar pela mais cara. Estima-se que ao fim de um ano as lâmpadas fluorescentes possam poupar mais de cinco euros relativamente às tradicionais. Isto porque as velhas lâmpadas incandescentes perdem cerca de 80 por cento da energia que consomem sob a forma de calor, enquanto as modernas fluorescentes são ‘frias’ e a electricidade que gastam é quase toda convertida em luz. Assim, são muito mais eficientes a nível energético.Outra vantagem é a durabilidade. Uma lâmpada tradicional incandescente dura apenas mil horas, enquanto as fluorescentes trabalham entre 6000 e 15 000 horas. Contas feitas, podem durar 15 vezes mais. Trata-se de um típico caso em que ‘o barato sai caro’. Apesar das vantagens comprovadas da nova tecnologia, o consumidor ainda se ‘assusta’ com o preço inicial – e muitos acabam por optar pela velha tecnologia de iluminação.Para acabar com este estado de coisas, o Governo português aprovou uma legislação para aplicar uma taxa às velhas lâmpadas gastadoras de energia (ver caixa). O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, confirmou ao Correio da Manhã que a medida já está a ser preparada em colaboração com o Ministério da Economia e Inovação. “Este é um estímulo económico à adopção de lâmpadas fluorescentes compactas”, explicou.As vantagens competitivas das actuais lâmpadas de baixo consumo ficam a dever-se essencialmente aos componentes electrónicos. Antigamente, um dos pontos fracos apontados a esta forma de iluminação era o efeito intermitente da luz quando se ligava o interruptor – o ‘arrancador’, como era popularmente designado, demorava alguns segundos a estabilizar e também estava na origem de avarias frequentes. Hoje, este problema foi minimizado e a luz acende-se quase imediatamente. Foi igualmente introduzida tecnologia que permite aplicar casquilhos tradicionais de enroscar, sendo possível aproveitar os antigos candeeiros com as modernas lâmpadas de baixo consumo. Mais: a qualidade da luz também foi aperfeiçoada, graças à introdução de componentes electrónicos que atenuam o efeito da corrente eléctrica alternada existente nas nossas casas.

Chama-se Chupim-cabeça-castanha

(http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=20791&op=all)
Mariquita, a vítima estudada pelos pesquisadores
Mariquita, a vítima estudada pelos pesquisadores
Por que outras espécies de pássaros aceitam passivamente que o chupim deixe ovos em seus ninhos e ainda criam os filhotes do parasita? Por que os hospedeiros não deitam os ovos estranhos para fora? A resposta, segundo uma pesquisa científica recente, é: além de aproveitador, o chupim vale se de uma estratégia de intimidação típica do crime organizado. Eis uma estranha notícia publicada pelo jornal brasileiro Estado de S. Paulo, vulgarmente conhecido como Estadão.
Os ovos castanhos e maiores são do chupim
Os ovos castanhos e maiores são do chupim
Segundo a notícia do Estadão, o que foi apelidado de "comportamento mafioso" foi registado no Molothrus ater, o chupim-cabeça-castanha, e está descrito na edição online desta semana da revista Proceedings of the National Academy of Science (PNAS). "São as chupins fêmeas que controlam o esquema mafioso no nosso local de pesquisas", diz nota divulgada por um dos autores do trabalho, Jeffrey P. Hoover, citado pelo Estado de S. Paulo. "Nosso estudo mostra que muitas delas voltam e vandalizam os ninhos quando removemos o ovo parasita", explicou ele. Na pesquisa, Hoover e o co-autor Scott K. Robinson observaram ninhos onde os chupins haviam deixado ovos e então removeram alguns desses ovos. Eles descobriram que 56% dos ninhos de onde os ovos tinham sido retirados acabaram vandalizados. Os cientistas - diz o Estadão - também viram evidência do que chamaram "comportamento de cultivo", no qual o chupim destrói um ninho para forçar o hospedeiro a fazer outro. Em seguida, o chupim sincroniza sua época de pôr ovos com a da vítima. "Chupins parasitaram 85% dos novos ninhos, o que é evidência forte em apoio tanto ao cultivo quanto ao comportamento mafioso", disse Hoover.

Degelo do Árctico pode deixar baixa lisboeta submersa publicado em 2007-02-21 11:15:36 (www.mundopt.com)

Se o aquecimento global provocar um degelo severo da calote polar do Árctico, a baixa de Lisboa poderá ficar submersa em seis metros de água dentro de poucas décadas, alerta a Quercus.

O alerta foi lançado pela associação ambientalista Quercus que, com o objectivo de assinalar o segundo aniversário da entrada em vigor do protocolo de Quioto, colocou no arco da Rua Augusta, em Lisboa, uma régua com sete metros de altura com marcas da subida do nível do mar estimadas em vários cenários. «A subida mais provável do nível do mar, quer à escala mundial quer em Portugal, estimada em estudos científicos, é de 1,10 metros até 2080», afirmou Francisco Ferreira da Quercus. Citado pela agência Lusa, o dirigente acrescenta que «se houver um degelo do árctico, temos uma subida de seis metros, quase metade da altura do arco da Rua Augusta, em 34 anos». Para a organização ambientalista, as alterações climáticas e o aquecimento global são «o principal problema, não só ambiental, mas também social e económico, que a Terra enfrenta». O alerta lançado pela Quercus pretendeu também lembrar que Portugal «tem ainda muito trabalho a fazer» para cumprir os limites de emissão de gases de estufa impostos pelo protocolo de Quioto. De acordo com os termos do protocolo, até 2012 o nosso país só poderá aumentar as suas emissões em 27 por cento, relativamente aos níveis de 1990. No entanto, e como lembrou Francisco Ferreira, em 2004 as emissões de Portugal estavam cerca de 41 por cento acima dos níveis de 1990.
«Este assunto ainda não ganhou o peso político que gostaríamos», afirmou o dirigente da Quercus que defende que ao assumir a presidência da União Europeia no segundo semestre deste ano, Portugal «tem que dar o exemplo e colocar o tema das alterações climáticas na agenda política». Recorde-se que o Protocolo de Quioto sobre este assunto foi negociado em Dezembro de 1997 e entrou em vigor a 16 de Fevereiro de 2005, com celebrações da comunidade internacional. Apesar de o país mais poluidor, os Estados Unidos, se ter mantido de fora, à data de entrada em vigor o acordo fora já ratificado por 141 países, 30 dos quais industrializados.

Eclipse 3 de Março de 2007

In:
Eclipse da Lua

Eclipse total da Lua, fenómeno que ocorreu ontem entre as 23:30 e a 01:20 em Lisboa

(Retirado de http://noticias.sapo.pt/foto/726650/) Se quiseres saber um pouco mais sobre eclipses http://sunearth.gsfc.nasa.gov/eclipse/eclipse.html

Foto@Lusa/Inácio Rosa